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GNT apresenta documentários que discutem o lugar da mulher na sociedade

GNT apresenta documentários que discutem o lugar da mulher na sociedade. “Sociedades Matriarcais” e “O Futuro é Feminino” abordam, respectivamente, as últimas sociedades matrilineares do mundo e mulheres que lutam incansavelmente pelos seus direitos.

Documentaristas Fernanda Prestes, Claudia Alves e Bárbara Bárcia (Divulgação)

Para debater os diferentes espectros sobre o lugar que as mulheres ocupam na sociedade, o GNT apresenta, em agosto, dois conteúdos inéditos: a série “Sociedades Matriarcais”, que, em seis episódios, retrata a cultura e os valores das últimas sociedades matrilineares do mundo, e o documentário “O Futuro É Feminino”, no qual as jornalistas Bárbara Bárcia e Fernanda Prestes entrevistam mulheres que lutam incansavelmente pelos seus direitos. Os conteúdos também estarão disponíveis no Globoplay + Canais.

Em agosto, o GNT exibe às quartas, às 23h30, a série documental “Sociedades Matriarcais”. Composta por seis episódios, a atração aborda a cultura e os valores das quatro últimas sociedades matrilineares do mundo: os Bijagós, na Guiné Bissau; os Minangkabau, na Indonésia; os Khasi, na Índia; e os Bribri, na Costa Rica. A série será dividida entre temas como o significado de sociedade matriarcal, a força e sabedoria de suas matriarcas, o papel delas na construção de uma sociedade livre e mais justa, vanguardismo dos matriarcados em relação à sustentabilidade, além de autonomia e globalização.

Já no dia 21, vai ao ar, à 00h15, o documentário inédito “O Futuro é Feminino”, no qual as jornalistas Bárbara Bárcia e Fernanda Prestes encontram vozes em dois países que desafiam o imaginário coletivo, principalmente o ocidental. Elas entrevistam mulheres ativistas no Japão e em Ruanda, que se encontram em posições opostas no ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial: enquanto as ruandesas recontruiram o país após o genocídio de 1994 e hoje fazem parte do parlamento com mais mulheres no mundo, ocupando a sexta posição do ranking, as japonesas estão na posição 116 e são peça-chave pra terceira maior economia mundial, mas oprimidas por questionarem as convenções de gênero.


Fonte: Rota Cult

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